Trezentos e sessenta e cinco dias depois
De me encontrar no mesmo dia que hoje
Que posso dizer agora
Daquilo que pensei estar longe?
Estarei mais maduro? Talvez...
Serei o mesmo? Jamais!
É isto que obtemos dos dias que passam à vez
E que nos fazem velhos demais.
O que importa já não sei
O que sei é que não importa
Aquilo que somos mas o que fazemos.
Afinal, é isso que conta.
E terei feito o meu melhor
Nestes doze meses passados?
Retrocendendo o pensamento
Direi que foram dias contados,
Pois nada fiz que me orgulhasse
E que me tornasse realmente feliz
Também não fiz nada que me envergonhasse
Como o meu consciente me diz.
E assim pergunto: O que há de diferente?
Neste homem que à vossa frente têm?
Nada! Afirmo veemente.
Anos passam, anos vêm.
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